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Institutional Development Plan – UFPR, Review 2019 #


Planejamento estratégico

Planejamento estratégico do Programa de Pós-graduação em Biologia Celular e Molecular (PPGBCM) – 2020-2030

O planejamento estratégico (PE) do PPGBCM foi elaborado em consonância com o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da Universidade Federal do Paraná (2017–2021), visando o aprimoramento continuado do Programa, com metas até 2030. O PE começou a ser elaborado em 2019, com base em princípios, metas e desafios que já vinham sendo discutidos desde 2013, quando a coordenação em exercício promoveu um primeiro evento formal para discussão, elaboração e apresentação de propostas, de forma coletiva, sobre estratégias para aprimorar o PPGBCM nas dimensões que buscamos excelência.

 

O Plano de Desenvolvimento Institucional da UFPR

O Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da UFPR[1] foi elaborado a partir de 2017 (ajuste em 2019) e vem sendo empregado para orientar o processo decisório, considerando a Missão[2] e Visão Institucional[3] da UFPR. O PDI possui cinco pilares estruturantes, com íntima relação com as atividades do PPGBCM: o Ensino, a Pesquisa, a Extensão, a Inovação, a Internacionalização e a Gestão (PDI, pág. 42-43).

No PDI da UFPR são apresentadas algumas diretrizes e políticas, já em execução, que impactam diretamente as atividades de pesquisa e ensino na pós-graduação, e foram, portanto, fundamentais para a elaboração de um PE articulado com a Instituição, relevante, objetivo e com metas executáveis. Do PDI, destacam-se:

a) Forma de ensino: no Projeto Pedagógico Institucional – PPI – da UFPR (PDI, pág. 43-44) são elencados princípios norteadores como a condição de protagonismo dos estudantes, necessidade de práticas educativas que incorporem novas tecnologias de conectividade, práticas multidisciplinares e interdisciplinares etc.

b) Políticas de Pesquisa: várias ações transversais da Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-graduação (PRPPG) da UFPR no Plano Institucional para a Pesquisa e Pós-graduação têm favorecido a melhoria do PPGs (PDI, pág. 61): b1) Centros multiusuários de apoio à pesquisa – apoia “iniciativas de manutenção e recuperação da base laboratorial de amplo uso científico, que envolvem várias áreas do conhecimento, de caráter de longo prazo e que merecem tratamento específico”. b2) Internacionalização da pesquisa e pós-graduação – visa “promover e intensificar redes de cooperação com pesquisadores de diversas instituições do exterior”. b3) Divulgação científica – apoia e assessora os pesquisadores” de forma a incrementar o número de publicações internacionais de alto impacto”. b4) Qualificação linguística – qualifica “docentes e discentes para ministrar e receber aulas em inglês” (PDI, pág. 61). Além disso, o Plano Institucional de Pesquisa da UFPR orienta ações estratégicas e os projetos institucionais de solicitação de recursos a serem apresentados às chamadas e aos editais de agências de fomento.

c) Auxílios financeiros: ações como o desenvolvimento de programas voltados à manutenção de equipamentos multiusuários (preventiva e corretiva), participação e organização de eventos científicos (nacionais e internacionais), e fomento de pesquisa básica e aplicada (com recurso próprio); estímulo à cultura de captação de recursos para pesquisas com o estabelecimento de políticas para agilizar convênios e contratos; e a garantia à UFPR e a seus pesquisadores o direito de patente e royalties sobre produtos (PDI, pág. 62).

d) Inovação: a UFPR possui uma Agência de Inovação que fornece suporte à comunidade interna nas demandas de proteção do conhecimento, orienta os procedimentos sobre transferência de tecnologia e define planos de capacitação e eventos para empreendedorismo e projetos de geração de novas tecnologias e negócios inovadores (PDI, pág. 68).

e) Políticas de Internacionalização: o PDI da UFPR prevê o incentivo às interações de docentes e grupos de pesquisas da UFPR com pesquisadores internacionais, apoiando a contratação de estrangeiros para ministrar cursos e disciplinas na qualidade de Professor Visitante; apoio, incentivo e simplificação dos trâmites para cotutela e dupla-titulação; estratégias para atração de alunos estrangeiros; programas para a capacitação em idiomas; melhoria de canais de comunicação por teleconferência; e normatização de procedimentos nos processos seletivos para ingresso de alunos estrangeiros na pós-graduação (PDI, pág. 70).

 

No âmbito do Planejamento Estratégico da UFPR, diversas ações têm impacto direto e positivo para o PE do PPGBCM, com destaque para:

a) Ensino: fortalecer a integração entre graduação e pós-graduação (PDI, pág. 115), a oferta de disciplinas transversais (PDI, pág.119), implantar uma política institucional de planejamento e controle de desempenho dos programas de pós-graduação (PDI, pág. 120), fortalecer a formação continuada de professores da educação básica (PDI, pág. 124) e ampliar e qualificar a infraestrutura para atendimento psicossocial (PDI, pág. 126).

b) Pesquisa: elaborar de um banco de projetos de pesquisa (PDI, pág. 136), prover o suporte científico e tecnológico ao pesquisador  (PDI, pág. 137), suporte à manutenção dos equipamentos dos laboratórios de pesquisa científica e tecnológica (PDI, pág. 138), ampliar os editais anuais de apoio à pesquisa na UFPR (PDI, pág. 138), incentivar a participação em editais de pesquisa científica e tecnológica, de abrangência nacional e internacional, além de acolher participantes/pesquisadores de outras instituições em editais da UFPR (PDI, pág. 139), apoiar a revisão de artigos de pesquisadores da UFPR e implantar um programa de incentivo a publicações dos discentes dos cursos de pós-graduação stricto sensu (PDI, pág. 140) e ampliar do número de bases nas quais os periódicos da UFPR estão indexados (PDI, pág. 142).

c) Inovação: divulgar os mecanismos de proteção do ativo intelectual e material passível de exploração comercial ou aplicação para o setor produtivo (PDI, pág. 152), aumentar os contratos de licenciamento e transferência de tecnologia (PDI, pág. 152), implantar o programa de pré-incubação de novos negócios (PDI, pág. 153), aumentar a base de empresas incubadas (PDI, pág. 154), ampliar o número de atividades relacionadas à promoção da cultura empreendedora e de inovação (PDI, pág. 154) e implantar ambientes promotores de inovação na UFPR (PDI, pág. 155).

d) Internacionalização: ampliar oportunidades de mobilidade acadêmica internacional (doutorado sanduíche, pós-doutorado, estágio e visitas técnicas, e cotutela; PDI, pág. 156), atrair recursos humanos internacionais altamente qualificados (PDI, pág. 157), ampliar as políticas linguísticas (PDI, pág. 158) e captar recursos nacionais e internacionais para cooperação internacional (PDI, pág. 159).

e) Gestão: aprimorar o dimensionamento da força de trabalho institucional (PDI, pág. 173).

Todas as ações listadas no PE da UFPR têm sido implementadas nos últimos anos e, com isso, fornecido condições mais propícias para que o PPGBCM busque excelência na sua vocação.

 

O Planejamento Estratégico do Programa de Pós-graduação em Biologia Celular e Molecular

  1. Missão

Produzir conhecimento científico e proporcionar formação ampla e profunda em Biologia Celular e Molecular, formando mestres e doutores capazes de atuar na investigação científica assim como na educação básica e no ensino superior.

  1. Visão

Ser um Programa de Pós-graduação de grande relevância nacional e internacional na produção de conhecimento científico na área da biologia celular e molecular, e que forme profissionais altamente qualificados para solucionar problemas da sociedade.

  1. Valores

a) Ética pública e científica

Reforçar uma conduta ética na pesquisa científica e para com a comunidade interna e externa.

b) Protagonismo

Adotar mecanismos que favoreçam o exercício do protagonismo, criatividade, visão crítica e capacidade de inovação.

c) Eficiência e transparência

Buscar agilidade nas ações e clareza e transparência na administração do Programa.

d) Respeito e inclusão

Promover o respeito à diversidade humana, cultural e de pensamentos.

e) Responsabilidade social

Criar mecanismos para estabelecer um comprometimento institucional e com a sociedade.

f) Formação de qualidade

Buscar sempre a formação de profissionais qualificados e capazes de melhorar a sociedade e formar recursos humanos de alta capacidade técnica e crítica.

g) Aprimoramento constante

Estabelecer um planejamento consoante com o PDI da UFPR, os desafios da sociedade e as mudanças na área de Biologia Celular e Molecular.

 

  1. Princípios

a) Acesso isonômico ao ensino público, gratuito e de qualidade;

b) Administração democrática, transparente, efetiva e isonômica;

c) Ambiente de construção do conhecimento e discussão científica livre e democrática;

d) Conduta ética na administração, pesquisa e ensino;

e) Efetividade nos procedimentos, processos e resultados;

f) Cultura de planejamento e avaliação contínua.

 

  1. Desafio estratégico (Oportunidades)[4]

a) Tornar-se um centro de referência regional e nacional na formação de profissionais que atuarão na pesquisa científica, inovação tecnológica, educação básica e ensino superior nas áreas da biologia celular e molecular;

b) Formar profissionais criativos, éticos, empreendedores e capacitados para superar os desafios técnicos, científicos e sociais da sociedade moderna;

c) Contribuir para a nucleação de grupos de pesquisa, redes de pesquisa inter e transdisciplinares e empresas;

d) Buscar sempre melhorias de infraestrutura para o desenvolvimento de seus projetos através de participação em editais institucionais e temáticos;

e) Apoiar a implementação de novas e estratégicas metodologias na área de Biologia Celular e Molecular;

f) Consolidar o Programa em nível de excelência frente às avaliações da CAPES.

 

  1. Políticas

a) Administração do Programa de modo democrático, transparente e isonômico.

b) Aprimoramento constante da qualidade do ensino e da pesquisa científica por meio da revisão das normas do programa, da estrutura dos laboratórios e equipamentos multiusuários, do elenco e abordagens metodológicas nas disciplinas, da organização de eventos científicos e uso de novas tecnologias;

c) Simplificação e otimização de procedimentos no gerenciamento do Programa, com centralização em plataforma informatizada;

d) Busca constante de formas para ampliar a inserção social e científica do Programa, em níveis regional, nacional e internacional;

e) Participação colaborativa com outros programas de pós-graduação em editais voltados a aquisição de equipamentos multiusuários e em grandes projetos;

f) Solidariedade no compartilhamento da estrutura de laboratórios multiusuários e dos Grupos de Pesquisa com outros pesquisadores;

g) Estímulo ao protagonismo dos discentes, visando uma formação mais completa e melhor inserção no mercado de trabalho;

h) Acompanhamento acadêmico dos discentes via plataforma informatizada e processos avaliativos anuais durante todo o período de pós-graduação;

i) Credenciamento de novos docentes em regime de fluxo contínuo, com regras claras para ingresso e desligamento previstas em regimento interno;

j) Receptividade a novos docentes que venham a colaborar com o fortalecimento e modernização das linhas de pesquisa;

k) Estímulo à abertura de vagas em todos os processos seletivos e orientação de discentes, estendido a todos os docentes, colaboradores e permanentes, imediatamente após o ingresso no Programa;

l) Estímulo à oferta periódica de disciplinas, cursos e palestras por todo o corpo docente e pesquisadores.

 

  1. Pontos fortes (Forças)

a) Aprimoramento constante do programa, com aumento quantitativo de produção científica de excelência, com inserção internacional;

b) Produção de artigos científicos, livros, capítulos de livros, patentes e trabalhos de extensão;

c) Linhas de pesquisa que abordam aspectos de grande relevância para a sociedade;

d) Grande participação de discentes, egressos e colaboradores estrangeiros na produção científica;

e) Participação do corpo docente em grandes projetos do Brasil e do exterior;

f) Acesso a equipamentos e metodologias de ponta para execução da pesquisa científica.

 

  1. Pontos fracos (Fraquezas)

a) Ensino ainda baseado em metodologias passivas para algumas disciplinas;

b) Heterogeneidade no acesso a recursos para pesquisa;

c) Poucos laboratórios multiusuários;

d) Escassez de técnicos para atuação nos laboratórios de pesquisa;

e) Número limitado de bolsas de pós-doutorado de gerenciamento do Programa;

f) Capacidade limitada de atração de pesquisadores estrangeiros.

 

  1. Dificuldades enfrentadas (Ameaças)

a) Redução da procura de candidatos suficientemente qualificados para ingresso nos cursos;

b) Ausência e irregularidade na abertura de editais de fomento à pesquisa;

c) Limitação de espaço físico para a ampliação dos laboratórios de pesquisa;

d) Corte de bolsas que prejudicam o PPGBCM no caminho da busca pela excelência.

 

  1. Diretrizes, metas e indicadores

As diretrizes e metas do PE foram estabelecidas de forma articulada ao apresentado no PDI da UFPR, e constituem elementos centrais para busca da excelência do PPGBCM. A análise dos indicadores está prevista no Projeto de Autoavaliação do Programa e será realizada anualmente.

Diretriz 1: Aprimorar o processo de formação do discente nos cursos de mestrado e doutorado

Meta 1: melhorar a qualidade das aulas, com inclusão de metodologias que tornem os estudantes mais ativos no processo de ensino-aprendizagem

Ações do PPG: incentivar discussões entre os docentes sobre a aplicação de metodologias alternativas às aulas expositivas; realizar oficinas para o treinamento dos docentes em plataformas EAD como moodle para uso em sala de aula e fora dela, e Tecnologias da informação e comunicação (TICs); disponibilizar plataforma no site do Programa para avaliação anual das disciplinas pelos alunos e envio das informações para os docentes.

Indicadores: avaliação das aulas pelos discentes.

 

Meta 2: capacitar os discentes para a busca de conhecimentos técnicos e aspectos éticos,  estimulando o protagonismo, a criatividade e a visão crítica.

Ações do PPG: oferta de disciplinas específicas abordando assuntos como ética e fraudes na pesquisa, e inclusão de tais temáticas nas demais disciplinas com abordagens que fomentem o pensamento crítico, trabalho cooperativo e resolução de problemas; incentivo à participação em disciplinas transversais ofertadas pela Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-graduação (PRPPG) da UFPR; incentivo à participação em disciplinas ou cursos com vistas ao empreendedorismo.

Indicadores: qualidade das dissertações, teses, publicações e o destino dos egressos

Meta 3: aumentar a participação dos alunos em eventos científicos, de interação com a sociedade e em projetos de extensão.

Ações do PPG: divulgar os eventos e projetos disponíveis no site do programa e por e-mail para docentes e discentes, criar políticas de incentivo à participação dos discentes em eventos científicos e nos projetos de extensão.

Indicadores: número de participações dos discentes em eventos científicos e projetos de extensão.

 

Meta 4: ofertar, de maneira mais regular, o rol de disciplinas do PPGBCM com vistas a oportunizar uma formação de qualidade mais ampla aos discentes.

Ações do PPG: melhorar o controle da oferta das disciplinas disponíveis no rol de disciplinas do programa, garantindo, mediante políticas regimentais, a oferta de todas as disciplinas pelo menos a cada 2 anos, buscando o envolvimento da totalidade dos docentes nas temáticas de suas expertises.

Indicadores: número e qualidade de disciplinas ofertadas a cada 2 anos no PPGBCM.

 

Diretriz 2: Elevar a qualidade e o impacto da produção científica e tecnológica do PPGBCM

Meta 1: promover uma distribuição mais homogênea da produção entre os docentes permanentes do programa

Ações do PPG: facilitar a formação de redes de pesquisa através da organização de eventos como workshops para exposição de projetos e trabalhos em execução pelos grupos de pesquisa; divulgar o potencial de equipamentos e expertises dos pesquisadores do Programa; monitorar e auxiliar os docentes em suas dificuldades relacionadas aos seus objetos de pesquisa; auxiliar os docentes a fim de viabilizar a melhor execução dos seus projetos de pesquisa; rever as políticas de distribuição de recursos financeiros do Programa entre os docentes; estabelecer metas quantitativas e qualitativas de produção.

Indicadores: homogeneidade na produção dos indicativos de progresso entre os docentes do Programa

 

Meta 2: aumentar o número de publicações de artigos científicos em periódicos classificados nos dois estratos mais elevados do QUALIS-CAPES envolvendo docentes e discentes ou egressos do PPG

Ações do PPG: instruir pareceristas e avaliadores quanto ao rigor na avaliação dos projetos de mestrado e doutorado e dos relatórios anuais dos discentes; buscar constantemente a melhoria do parque de equipamentos multiusuários; revisar políticas regimentais do Programa e aquelas relacionadas ao uso e distribuição dos recursos financeiros do PPG .

Indicadores: Número de artigos publicados pelos docentes do PPG em periódicos classificados nos dois estratos mais elevados do QUALIS-CAPES. Número de artigos publicados envolvendo discentes (ou egressos) em periódicos classificados nos dois estratos mais elevados do QUALIS-CAPES.

 

Meta 3: aumentar o número de publicações com a participação de colaboradores internacionais

Ações do PPG: incentivar os docentes a participar de treinamentos, missões de trabalho e estágios de pós-doutorado no exterior; estimular a internacionalização de discentes via realização de doutorado sanduíche; organizar discussões científicas, eventos e disciplinas no Brasil com convidados estrangeiros.

Indicadores: Número de artigos publicados pelos docentes do PPG em periódicos classificados nos dois estratos mais elevados do QUALIS-CAPES envolvendo colaboradores.

 

Meta 4: contribuir com a inovação e o desenvolvimento tecnológico do país

Ações do PPG: incentivar a execução de projetos de mestrado e doutorado com viés de inovação ou aplicação industrial; rever e reformular o regimento interno de modo a permitir que as defesas possam ocorrer sob sigilo.

Indicadores: Número de patentes solicitadas e produtos técnicos com aplicação na indústria.

 

Meta 5: aumentar a captação de recursos em projetos que beneficiam vários docentes que atuam nas diferentes linhas de pesquisa do PPG

Ações do PPG: incentivar a formação de redes para o desenvolvimento de projetos, a interação entre grupos de pesquisa do Programa e entre pesquisadores e empresas, visando a colaboração em projetos submetidos a agências de fomento nacionais, internacionais, e empresas.

Indicadores: número de projetos aprovados contemplando mais de um docente do PPG.

 

Diretriz 3: Ampliar a inserção social do PPGBCM e a divulgação das pesquisas aqui realizadas para a sociedade

Meta 1: ampliar a inserção social do Programa através da realização de minicursos e eventos abertos para a comunidade acadêmica e de fora da academia.

Ações do PPG: Disponibilizar, à comunidade externa ao PPG, os minicursos ofertados pelos discentes, de maneira supervisionada pelos docentes, os quais são resultado da disciplina de Prática em Docência que tem por objetivo a criação e execução (pelos discentes) de minicursos com temas de biologia celular e molecular; incentivar a participação dos docentes e discentes do Programa em projetos de extensão; criar mecanismos para tornar público os temas defendidos em dissertações e teses, como vídeos de curta duração e publicação em revistas de teor menos técnico.

Indicadores: número de inscritos externos em minicursos promovidos pelos docentes e discentes do PPG; quantidade de produtos oriundos dos projetos de extensão; participação dos docentes e discentes em ações voltadas para a comunidade.

 

Meta 2: aumentar o número de publicações em revistas de divulgação científica para público externo à academia.

Ações do PPG: estimular os alunos a produzirem artigos de divulgação científica na temática de suas dissertações e teses.

Indicadores: número de trabalhos de divulgação científica publicados.

 

Meta 3: aumentar a participação de docentes e discentes do Programa em eventos de divulgação da ciência para estudantes do ensino fundamental e médio.

Ações do PPG: incentivar a participação de docentes em atividades voltadas à divulgação da ciência, como visitas em escolas e eventos de iniciação científica; divulgar programas em rede voltados à formação de professores, como o PROFBIO.

Indicadores: quantidade de docentes e discentes envolvidos em ações e eventos de divulgação da ciência.

 

Diretriz 4: Ampliar a inserção nacional e internacional do PPGBCM

Meta 1: aumentar a participação dos docentes do Programa em projetos em rede e em colaborações nacionais e internacionais.

Ações do PPG: participar em editais de internacionalização como o CAPES-PrInt, organizar eventos científicos como o Simpósio Araucária em Biologia Celular e Molecular, que visa trazer pesquisadores brasileiros e estrangeiros que atuam em linhas de pesquisa semelhantes ou próximas daquelas do Programa.

Indicadores: número de docentes envolvidos em projetos multicêntricos com colaborações nacionais e internacionais; taxa de participação dos docentes em eventos promovidos pelo PPG.

 

Meta 2: ampliar a visibilidade do Programa através da organização de eventos científicos

Ações do PPG: organizar eventos científicos como o Simpósio Araucária em Biologia Celular e Molecular e o Simpósio em Biologia Celular e Molecular e divulgar os eventos no site do Programa.

Indicadores: número de eventos organizados pelo PPG.

 

Meta 3: atrair estudantes talentosos de outros estados brasileiros e outros países para as disciplinas, cursos e simpósios organizados pelo Programa e para realização de doutorado sanduíche.

Ações do PPG: publicar e atualizar constantemente as informações do Programa (linhas de pesquisa, laboratórios, docentes, processos seletivos etc), em língua inglesa com tradução automática para outros idiomas, no site do PPGBCM; realizar processos seletivos no país dos estudantes interessados ou em outros estados brasileiros quando distantes da sede do Programa.

Indicadores: número de estudantes de outros estados e países matriculados no Programa.

 

Meta 4: atrair professores e pesquisadores internacionais para participação em disciplinas, workshops e treinamentos do Programa

Ações do PPG: participar de editais de internacionalização como o CAPES-PrInt e na organização de disciplinas e eventos com convidados estrangeiros; participar de editais com vistas à contratação de Professores Visitantes.

Indicadores: número de disciplinas e eventos organizados pelo Programa com participação de pesquisadores estrangeiros; quantidade de Professores Visitantes vinculados ao PPG.

 

Meta 5: estimular e viabilizar o envio de discentes para outros países em programas de doutorado sanduíche e treinamentos 

Ações do PPG: incentivar os discentes a executar parte de seu trabalho de mestrado e doutorado no exterior; implantar políticas no Programa visando a distribuição de cotas de bolsas PDSE.

Indicadores: número de discentes do PPG que realizaram parte de seus trabalhos no exterior.

Meta 6: aumentar a participação de docentes do Programa em congressos, missões de trabalho e cursos de capacitação no exterior

Ações do PPG: estimular a mobilidade de docentes para outros países com vistas à divulgar suas pesquisas em congressos, em missões de trabalho e para buscar capacitação e atualização em suas linhas de pesquisa; utilizar recursos do Programa e de editais de internacionalização (como CAPES-PrInt) para promover a mobilidade.

Indicadores: Percentual de docentes que vão para o exterior em busca de parcerias com pesquisadores de outras instituições, busca de capacitação e para divulgar internacionalmente sua produção; número de publicações geradas em coautoria com pesquisadores estrangeiros.

 

Diretriz 5: Aprimorar os processos de gestão do PPGBCM

Meta 1: manter o regimento do Programa e procedimentos de gerenciamento atualizados para o atendimento de demandas e desafios atuais

Ações do PPG: discutir de forma contínua com os docentes e discentes aspectos do regimento do Programa de grande interesse coletivo, como critérios de credenciamento e descredenciamento, estratégias empregadas nos processos seletivos, ajustes nas linhas de pesquisa, etc; avaliar periodicamente o rol de disciplinas e sua articulação com os temas relevantes da área; simplificar, normatizar, unificar e, se possível, automatizar procedimentos administrativos, reduzindo encargo desnecessário aos docentes.

Indicadores: realização de seminário ou reunião aberta para discussão e realização das alterações necessárias.

Meta 2: estabelecer e consolidar uma cultura de planejamento

Ações do PPG: executar as ações previstas no PE ou, quando necessário, estabelecer formas de executá-las; dar publicidade ao PE; discutir com os docentes a cada gestão da coordenação aspectos que precisam ser revistos e formas de atingir as metas propostas no PE.

Indicadores: realização de seminário para conhecimento e ajustes no PE; percentual de execução das metas estabelecidas no PE.

Meta 3: realizar autoavaliação anual do Programa e dar publicidade

Ações do PPG: instaurar uma comissão de autoavaliação, que executará o processo avaliativo produzindo documento na forma de relatório; divulgar os resultados do processo aos docentes e discentes do PPGBCM em seminário ou reunião específica.

Indicadores: Presença de comissão estabelecida; relatórios com os resultados do processo de autoavaliação obtidos; seminário ou reunião para divulgação dos resultados e discussão.

 

O PE foi aprovado em reunião do Colegiado de 06 de Fevereiro de 2020. Após ajustes em março de 2021, deverá nortear as ações da coordenação, colegiados e docentes do Programa a fim de permitir a execução das metas e o aprimoramento constante do PPGBCM ao longo dos próximos 10 anos.

 

Prof. Dr. Francisco Filipak Neto

Coordenador do PPG em Biologia Celular e Molecular da UFPR (2018-2020)

Profa. Dra. Carolina Camargo de Oliveira

Vice-coordenadora do PPG em Biologia Celular e Molecular da UFPR (2018-2020)

Prof. Dr. Alexander Welker Biondo

Coordenador do PPG em Biologia Celular e Molecular da UFPR (2020-2022)

Profa. Dra. Fernanda Fogagnoli Simas Tosin

Vice-coordenadora do PPG em Biologia Celular e Molecular da UFPR (2020-2022)

 

[1] PDI. Plano de Desenvolvimento Institucional – UFPR, Revisão 2019. Disponível em:  http://www.proplan.ufpr.br/portal/wp-content/uploads/2020/03/PDI-UFPR-2017-2021-1.-Revis%C3%A3o-2019-compactado.pdf

[2] Missão: “Fomentar, construir e disseminar o conhecimento, contribuindo de forma significativa para a construção de uma sociedade crítica, equânime e solidária” (PDI UFPR, pág. 24).

[3] Visão: “Ser uma Universidade de expressão internacional em Ensino, Pesquisa, Extensão e Gestão institucional, abrigo da iniciativa inovadora e cultural, alcançando até 2021 posição de destaque dentre as melhores Instituições de Ensino Superior na América Latina” (PDI UFPR, pág. 24).

[4] Para tornar o planejamento estratégico mais efetivo, alguns dos itens previstos no método SWOT (Strengths/ Weakness/ Opportunities/ Threats) foram incluídos, partindo-se de um diagnóstico organizacional baseado em dados dos relatórios de avaliação quadrienal da CAPES, experiência da coordenação frente à realidade das linhas de pesquisa e docentes do PPGBCM, análise dos documentos de PPGs de excelência da área Ciências Biológicas II e orientações da Coordenação de Pós-Graduação dos Programas de Stricto Sensu da UFPR, que vem promovendo palestras e debates sobre temas de interesse da pós-graduação.

 


Projeto de Autoavaliação

 

Projeto de Autoavaliação do Programa de Pós-graduação em Biologia Celular e Molecular (PPGBCM)

O presente projeto de autoavaliação foi criado com base nos pressupostos apresentados no Relatório Autoavaliação de Programas de Pós-Graduação (2019) proposto pelo Grupo de Trabalho da CAPES.

 

1. Objetivos

A autoavaliação do PPGBCM visa permitir o acompanhamento multidimensional do Programa, focando em aspectos relacionados à formação dos alunos, inserção profissional dos egressos, produção de conhecimento, inovação, impacto social, visibilidade e internacionalização. Com isso, espera-se traçar um diagnóstico preciso dos pontos fortes e fracos do Programa, a fim de verificar a eficácia das ações propostas no planejamento estratégico do Programa e propor ajustes para atingir a excelência.

 

2. Estratégias

A autoavaliação será conduzida mediante a coleta e organização dos dados referentes às muitas dimensões do Programa para um monitoramento contínuo. Por meio da compilação dos dados e apresentação dos resultados aos integrantes do Programa, pretende-se fomentar uma discussão para o estabelecimento conjunto e democrático de políticas e ações que permitam ao Programa cumprir as metas propostas no planejamento estratégico em consonância com o plano de desenvolvimento institucional da UFPR.

 

3. Métodos

3.1. Coleta de dados

  • Organização do Programa.

Aspectos gerais da organização do Programa serão avaliados considerando: 1) distribuição de docentes e discentes nas linhas de pesquisa; 2) número de disciplinas e sua relação com as linhas de pesquisa do Programa; 3) porcentagem das disciplinas ofertadas por ano; 4) fluxo discente; 5) taxas de conclusão, aprovação e desistência nos cursos de mestrado e doutorado; 6) infraestrutura ofertada pelo Programa; 7) qualidade da informação disponibilizada no site do Programa; 8) qualidade do atendimento na secretaria e pela coordenação do Programa; 9) qualificação dos docentes.

 

  • Formação dos alunos e inserção profissional dos egressos.

Diretriz do planejamento estratégico: Elevar a qualidade do ensino nos cursos de mestrado e doutorado.

A qualidade da formação dos alunos será avaliada considerando: 1) qualidade das disciplinas; 2) desempenho docente nas disciplinas; 3) distribuição do encargo didático entre os docentes; 4) desempenho discente nas disciplinas; 5) participação dos alunos em atividades formativas extra-curriculares; 6) qualidade dos relatórios de acompanhamento; 7) domínio de temas de biologia celular e molecular, da dissertação ou tese e capacidade de arguição nas reuniões de laboratório e eventos do Programa; 8) senso crítico e protagonismo; 9) tempo de titulação; 10) evasão dos discentes; 11) qualidade da orientação; 12) destino dos egressos.

 

  • Produção de conhecimento e inovação.

Diretriz do planejamento estratégico: Elevar a qualidade da pesquisa produzida e seu impacto.

A qualidade e impacto da pesquisa realizada serão avaliados considerando: 1) número de artigos publicados nos diferentes estratos do QUALIS, bem como a participação discente e de colaboradores estrangeiros; 2) número de patentes solicitadas e concedidas; 3) número e montante de projetos aprovados; 4) qualidade das teses e dissertações avaliadas por meio dos produtos gerados, como artigos e patentes; 5) distribuição de produtos do Programa entre os docentes.

 

  • Impacto social e visibilidade.

Diretriz do planejamento estratégico: Melhorar a inserção social e divulgação da pesquisa realizada para a sociedade.

O impacto social do Programa será avaliado considerando: 1) participação dos docentes e discentes em projetos de extensão voltados para a comunidade; 2) participação dos docentes e discentes em publicações com temas de relevância para população e com linguagem acessível; 3) participação dos docentes e discentes em entrevistas, matérias de jornal, blogs e vídeos de divulgação abordando assuntos de ciência, de biologia celular e molecular, e das linhas de pesquisa do Programa; 4) participação dos docentes e discentes em atividades voltadas para estudantes do ensino fundamental e médio; 5) participação dos docentes e discentes como palestrantes em eventos científicos; 6) organização de eventos científicos; 7) número de visitas ao site do Programa; 8) número de seguidores do facebook do Programa.

 

  • Internacionalização.

Diretriz do planejamento estratégico: Melhorar a inserção nacional e internacional do programa.

A inserção nacional e internacional do Programa será avaliada considerando: 1) número de projetos aprovados por agências nacionais, internacionais e empresas; 2) número de estudantes de outros estados e estrangeiros matriculados no Programa; 3) número de disciplinas do Programa e eventos com participação de estrangeiros; 4) número de alunos no exterior em atividades do Programa; 5) número e proporção de disciplinas ofertadas em inglês no Programa; 6) participação dos docentes e discentes em eventos com palestrantes convidados, visitas técnicas, participação em projetos e treinamentos no exterior; 7) políticas do Programa que fomentem e incentivem a internacionalização.

 

3.2. Análise dos dados

A análise dos dados levará em conta aspectos qualitativos e quantitativos, que serão organizados na forma de gráficos e tabelas, e permitirão a construção de uma série histórica para acompanhamento e planejamento do Programa, bem como um diagnóstico preciso do Programa. Durante a análise, atenção especial deverá ser dada às potencialidades e fragilidades do Programa e às ações necessárias para a execução do planejamento estratégico e possíveis metas futuras (tabela 1).

 

Tabela 1. Diagnóstico de autoavaliação

Objeto de análise Potencialidades Fragilidades Ações necessárias Metas futuras
1) Organização do Programa
2) Formação dos alunos e inserção profissional dos egressos
3) Produção de conhecimento e inovação
4) Impacto social e visibilidade
5) Internacionalização

Tabela adaptada do Relatório Autoavaliação de Programas de Pós-Graduação (2019) proposto pelo Grupo de Trabalho da CAPES.

 

3.3. Instrumentos

Para obtenção dos dados do Programa, serão aplicados questionários online abordando todos os aspectos do Programa para os alunos, técnicos, orientadores e docentes do Programa e das disciplinas. Além disso, dados registrados na secretaria, no cv Lattes dos docentes, no Sistema de Gestão Acadêmica (SIGA) da UFPR e na plataforma de avaliação da CAPES serão utilizados.

 

3.4. Cronograma

O processo de autoavaliação será executado anualmente em três etapas: 1) coleta de dados online de discentes, técnicos e docentes; 2) compilação e análise dos dados; 3) Apresentação e discussão dos dados em seminário aberto para todos os integrantes do Programa.

 

4. Equipe de implementação e responsabilidades

O processo de autoavaliação será conduzido por uma comissão composta por quatro membros, designada pelo Colegiado do Programa, que preferencialmente incluirá pelo menos 1 membro de outros Programas de Pós-graduação

 

5. Formas de disseminação dos resultados

Os resultados serão divulgados na forma de um seminário aberto e relatório anual publicado no site do Programa e encaminhado para todos os seus integrantes

 

6.Uso dos resultados

Os resultados serão discutidos no seminário aberto e permitirão o estabelecimento e adequação de políticas pela Coordenação e Colegiado do Programa, a fim de garantir o sucesso da execução do planejamento estratégico em consonância com o Plano de Desenvolvimento Institucional da UFPR, e medidas para melhorar os pontos fracos do Programa. Os dados sobre a qualidade das disciplinas e orientação serão repassados para os docentes responsáveis, permitindo a reflexão e mudanças nas estratégias de ensino e orientação. Já os dados referentes à formação dos discentes serão empregados para adequação das disciplinas, elaboração dos processos seletivos e de políticas que estimulem uma formação mais completa e de qualidade.

 

Projeto de autoavaliação aprovado em reunião do Colegiado de 06 de Fevereiro de 2020.

 

Curitiba, 06 de Fevereiro de 2020

 

Dr. Francisco Filipak Neto

Coordenador do PPG em Biologia Celular e Molecular da UFPR

 

Dra. Carolina Camargo de Oliveira

Vice-coordenadora do PPPG em Biologia Celular e Molecular da UFPR

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